Crime

Crime

Criminosa que sou, fui presa,
corri pelos corredores
do abismo interior
Mea culpa!

Confesso o meu crime
sem vergonha e sem pudor.
Foi desses crimes que se faz
num rompante de ardor.

Foi sentindo no peito o aperto,
o fluxo quente do meu sangue fervido,
naqueles instantes entre nós,
em que só havia o eco dos gemidos.

Criminosa que fui.
Criminosa me tornei,
quando em seus braços rendida,
todo meu juízo matei!

Lilly Araújo – 21/10/14

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About lillyaraujo13

Bióloga. Poeta. Amante de Deus, das crianças, das pessoas de boa fé e dos animais.

Posted on 21 de Outubro de 2014, in Poemas de Lilly. Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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